segunda-feira, 15 de março de 2010

Pitoco - por Evandra


A história do meu Pitoco não é uma daquelas histórias que já vimos ou ouvimos que abalam nossos corações e nos deixam emocionados, mas é uma história de amor e gratidão.
Ganhei ele a uns 9 meses atrás de uma amiga muito querida, pois ele seria vendido a uma moça do Orkut que estava procurando um gato persa. Esta pessoa que queria comprá-lo, queria um gato barato, sem pedigree, então chorou as pitangas para que o preço fosse baixado e assim foi feito. Porém, ela ficou enrolando a criadora para efetuar o pagamento, uma hora dizia que estava sem dinheiro, outra hora dizia que estava sem tempo de ir buscá-lo e com isso teria que efetuar o pagamento à vista.
Então, um dia, às oito da manhã, minha amiga, a criadora, me ligou e me perguntou se eu aceitaria um bebê persa de presente e na mesma hora aceitei, não porque era de graça e nem porque não tinha dinheiro para comprar um, mas porque era um presente de uma pessoa pela qual eu tenho muito carinho e confio. E por saber que a pessoa que iria comprá-lo simplesmente morava no 13º andar, e não tinha tela de proteção. E já teve um gato que morreu por cair da janela. Minha amiga disse que havia desistido da venda e que entre vender para esta pessoa e me dar ela preferia me doá-lo. Enfim, fui buscá-lo, uma coisinha pequenininha, um tico de gato, ela já havia me explicado que ele estava com fungos e que eu precisaria tratá-lo, aliás, continuar o tratamento que ela estava fazendo e eu assim o fiz.
O danadinho estava com o rabinho parecendo uma árvore de natal, os pêlos pareciam aqueles galhos faltando folhas devido aos fungos, mas tratei direitinho e melhorou rápido.
Fui muito criticada por ter pego ele com fungos. Me perguntavam '-Porque que você ganhou um gato assim? Te deram porque tá doente.' ou então: '-Credo, um gato com fungos, doente!!!!'
Ora, quem já não teve ou tem fungos tanto em casa ou em gatil, fala sério, todos já tiveram e muitos nem dizem, mas criticam quem fala que teve ou tem!!!!
Hoje ele está lindo, enorme, castrado e é muito carinhoso, sempre ao meu lado, com muito ciúme. Sempre entende o que falo e me responde por tudo quando converso com ele, adora banho, arrastar a vasilha de água, come muito e é meu xodó. Ele retribui com muito amor tudo que fazemos por ele em casa e é óbvio que ele também recebe muito amor e carinho porque quem resiste a um olhar de pedinte ou de coitadinho... rsrsrsrsrs
Também sou grata a esta amiga, a Marcela, por ter me dando a oportunidade de ter em minha companhia um gato carinhoso, doce, brincalhão e lindo como ele!!!!!!
Esta é uma história de amor e gratidão, tanto por um gato que amo, meu Pitoco, sim o nome dele é Pitoco, quanto por uma amiga muito querida, a qual respeito e admiro!!!!
Fica aqui o meu muito obrigada aos dois por existirem em minha vida!!!! Amooo!!!!!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mimi - por Evandra


A Mimi foi a primeira gata de raça, de tantos gatos que tive. Uma vez, minha irmã disse: 'Vamos dar um gato de presente pra tua mãe.' (é assim que chamamos a nossa mãe). Numa noite ela decidiu: vou até a casa da mulher que vende gatos de raça, era assim que nós chamávamos um criador, e vou ver uns gatos lá e qualquer coisa eu compro.
Ela voltou e disse: '-Tem uma gatinha branca, é persa, custa 400,00 reais, vamos comprar? Rachamos em quatro?'... pois somos em quatro irmãos. E assim foi feito, saiu em quatro parcelas de 100,00 reais.
A gatinha chegou em casa, com pedegree e minha irmã falou: '-Ela saiu este preço porque a mulher falou que nem iria vendê-la, pois ela tem um problema na boca, é torta, mas eu quis assim mesmo porque era a única que estava lá no cantinho, quietinha sem brincar nem nada.'
E lá estava, uma gata branca, pequena e nem sabíamos como criar direito, pois para nós, gato era tudo igual. Então, passaram-se dois anos e eu já estava casada, em minha casa e quando ia visitar minha mãe, a coitada da gata suja, cheia de pulgas e pedindo socorro, implorando por carinho. Um dia, minha mãe perguntou se eu podia ficar com a Mimi em casa até minha irmã ter neném e depois ela voltaria pra lá, e assim foi.
Ela veio para minha casa, suja, cheia de pulgas e fazia suas necessidades em toda a casa, nas cortinas, na sala, em qualquer lugar, pois lá nem caixa de areia ela usava. Eu a reeduquei, comprei areia, caixa e a coloquei na área de serviço para ela aprender a usar. Mas daí, surge algo que nunca havia visto em gatos, fungos!!!!!
Além dos fungos, alergia de pulgas e shampoos, sangrava e ela fazia cocô sozinha de tanta dor que a coceira dava, corremos imediatamente ao vet, pomadas, injeção, vitaminas, antipulgas e antialérgicos, e ficou boa, linda, sem esquecer o tratamento em casa, 7 semanas de remédio na casa.
Mas ainda não era castrada, surgiu um gato para adoção que não dava certo com ela, e daí tentamos de tudo até chegarmos a castração e ela, com 6 anos, me preocupei pela idade e era meia contra a castração, mas mesmo assim com tantos conselhos acabei castrando ela e veio a descoberta.......vários nódulos no últero que em um ano causariam o temido câncer de últero, mas a vet conseguiu exterminar porque só eram nódulos!!!!
Hoje ela é mais carinhosa, não gosta muito de gente, adora o Pitoco, outro persinha de 9 meses, adora minha filha e dorme com ela, adora comida na boca e de ser paparicada e se sente a rainha da casa!!!!
Nunca imaginei um dia, ter uma persa, de cara achatada que tinha o nome de Andie no pedigree, mas não aceitava o nome e passou a se chamar Mimi!!!!
Minha Mimizinha linda, meu bebê de seis anos que hoje é feliz e mais carinhosa do que antes, consegui transformá-la de uma gata ranzinza e mal humorada em uma gata feliz e brincalhona, a salvei em tempo!!!!!
Ela tem o seu defeito na boca, mas é o charme dela e é isso que a diferencia de tantos gatos perfeitos, porque a perfeição não está na aparência e sim no coração!!!!
Te amo Mimi, do fundo do meu coração!!!!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Presley - por Ana Adélia

Presley - 1 ano e 2 meses

O Presley foi o primeiro e foi uma das melhores idéias que eu já vi o Erik, meu namorado, ter. Saímos de casa para estudar e trabalhar, moramos em uma kit-net de 18 m² e seria quase impossível criar até um passarinho aqui dentro. No início foi só uma idéia - 'A gente podia comprar um gato, né?' - 'É, podia.'
Eis que domingo resolvemos passar no PetShop para dar só uma olhadinha e lá estava ele! Lindo, preto, olhos amarelos, 2 meses, miando e segurando na gaiolinha. No começo, enquanto o Erik já estava com o cartão de crédito em uma mão e o gato na outra, eu estava com o pé atrás por ser preto.
E enfim, ele veio pra casa. No meio do caminho o Erik decidiu o nome dele - 'Preto, com costeletas e muito rock and roll. PRESLEY!'. Enquanto ele decidia o nome, eu ajudava a carregar o enxoval - tigelinhas, banheirinho, areia, ração, caminha e o seu primeiro brinquedo.
Conhecê-lo não foi muito difícil. No primeiro dia ele ficou sentado do lado do Erik enquanto ele tocava violão, desde que saiu do PetShop nunca mais miou (exceto de manhã, quando ele dá bom dia com um miadinho bem fraquinho). Quietinho, carinhoso, a noite super bagunceiro, viaja dormindo, suporta banhos e gravatas. Pra dormir no verão, usa como cama a pia do banheiro. Pra passar o dia no verão, tem como cama a mesa da sala e quando quer ficar no escurinho, fica deitadinho de baixo da cama. E como eu disse, não foi difícil de conhecê-lo, ele é o Erik em versão felina. Às vezes me surpreendo, nunca pensei que um gato poderia ter características do seu dono.
E comigo, Mãezinha dele, sinto que ele me protege.Presley
À tarde, enquanto o Erik não chega, ele fica deitado no pé da cama. Se o Erik viaja, ele até dorme no pé da cama e quando o Erik chega, ele caminha até a porta pra ganhar carinho e volta pro seu cantinho.
Ele adora o fio do controle do vídeo game, adora fazer o teclado do computador como cama, adora Danoninho, gosta de pessoas, gosta um pouquinho de colo e adora lamber o olho do Erik. Ele só tem pavor de secador e que passem a mão na barriga dele.
E sem dúvida, foi uma das melhores idéias que eu já vi o Erik ter!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Maitê - por Ana Adélia

Maitê - 11 meses

Depois de 3 meses com o Presley em casa, super acostumados e amando, voltamos ao Pet pra comprar ração e areia. Quando eu pisei no Pet ouvi um miadinho, fui na gaiolinha por ir, porque não tinha intenção nenhuma de ter outro gato. Quando eu parei na frente da gaiolinha, encontrei uma gatinha bem pequena na cor champagne e com o focinho muito achatado. Olhei pro Erik murcha! Morrendo de vontade de levar a Maitê embora. Mas como um bom japonês que o Erik é, acha que tudo tem que ser planejado antes e eu não deixo de concordar. Fui embora com o coração na mão e a Maitê ficou lá já batizada, no Pet mesmo eu já soltei 'Se for minha o nome vai ser Maitê'. Depois de 2 semanas voltamos ao Pet para o banho do Presley e ela ainda estava lá! Passei as 2 semanas falando sobre ela, quando eu pisei no Pet e vi que ela ainda estava lá, eu já peguei no colo e falei que era minha. E enfim, e para minha surpresa, ficou muito parecida comigo. Depois da Maitê, tive que assumir os meus defeitos por achar que ela é parecida comigo.


Ela é o despertador do Erik, 7 horas da manhã ela começa a fazer a rebelião por comida. A tarde, fica deitada de baixo da cama curtindo o seu soninho de beleza. 19h é a hora do papai chegar, todo mundo acorda e fica próximo à porta pra ganhar carinho. À noite, ela se une ao Presley para a destruição da casa e de madrugada arruma um espacinho perto do rosto do Erik para dormir. Nos intervalinhos de tempo ela mia, ronrona ou fica colocando o focinho no meu dedo pra eu coçar. Ela odeia laços, odeia roupas, odeia banho e odeia viajar (único ponto que não somos parecidas) e também odeia que passem a mão na barriga dela.
Quando ela fez 5 meses, o dentinho começou a escapar pra fora, a Maitê é prognata! E isso a deixa mais engraçadinha que o normal, às vezes eu olho pra ela e tenho CERTEZA de que ela vai falar.
Ela foi a melhor idéia que eu já tive! Minha pequena e loira idéia!

Gucci - por Maria Luiza


Lord Gucci.....

O Gucci é um lord.... bonito, elegante... educado..., dorme como um anjo... jamais emitiu um "fuuuuuuuuussssssss" ou rosnado! É o gato mais carinhoso que já vi... e por que não dizer, sedutor como todo pretinho básico sabe ser... rsrsrsr... me segue por toda parte, até no banho... só tem um defeitinho... morre de medo das visitas.

Quando chega alguém, ele se esconde e depois fica espiando pelo canto da escada... rsrsrs... também é muito curioso !!

É muito bom de boca... já comeu até abacaxi... adora tudo que é diferente !

Gucci é o filho do meio e como quase todo filho do meio... foi um acidente de percurso... rsrsrsrs... sem planejamento algum !!

Naquele dia, minha amiga Gaby foi me visitar e entre um pedaço de pizza e outro combinamos de no dia seguinte ir à casa da Kátia... a viagem ia ser longa, mas nós não conseguimos dormir cedo, paparicando a Bruna....rsrsrsr

Saimos cedinho... o dia estava lindo e eu super entusiasmada em conhecer o meu primeiro gatil, o KSI Cats e a Kátia, que eu havia tido contato pelo site por causa de seus artigos tão lindos.

Logo que chegamos foi aquela "overdose" de gatos... rsrsrsr... e no meio dos filhotes vi aquela figurinha pretinha e zoiuda... rsrsrsr... devo confessar que ele não era tão bonitinho como os outros... mas veio em minha direção e simplesmente grudou em mim.
Eu já havia sido escolhida por ele...

Bem, em meio a uma aula sobre persas, ela me falou que uma companhia felina para a Bruna seria muito bom ... mas eu não queria outro gato naquele momento !!! e se eu tivesse outro, queria que fosse um vermelho (essa história eu conto depois...)

Mas... final do dia... voltei prá casa com meu pretinho no colo... já batizado de Gucci em homenagem ao Edgard e seu gatinho Gucci (que é vermelho !!) tão queridos....

Acho que aquela semana foi uma das piores da minha vida... entre tapas sem beijos, explosões de Fussssssssss, a Bruna parou de comer, sujava fora da caixinha e de preferência embaixo da minha cama... me desprezava... regrediu em quase tudo que haviamos conquistado em meses de adaptação....

Sinceramente, pensei em devolver o Gucci... achava que tinha estragado a vida dela e a dele também... não era certo viverem naquela angústia.

Novamente segui os conselhos da Kátia e numa bela manhã, acordo com os dois na minha cama, miando pra mim !!!!

Dai pra frente foram só alegrias... o Gucci teve papel super importante na sociabilização da Bruna... ensinou ela a ser um gato, que até então ela não sabia direito o que era, pois passou a maior parte da vida em hospitais veterinários, presa, em lares provisórios... hoje ela brinca, corre, faz manha... ele ensinou ela a se limpar e ronrronar... coisa que não fazia...

Gucci é o homenzinho da casa... sempre atento, cuidadoso com a irmã... Deus me mandou a Bruna... e mandou o Gucci para ela... é tudo muito mágico !!!

Ele também é o responsável pelo meu ingresso no vício... de gatos !!! rsrsrsrs ... e eu amo muito tudo isso !!!
 
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